Tente Perturbar Menos #mamuitomenos

“Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu, o mundo mudou de repente.. parece até que enlouqueceu!”
(licença poética concedida, obrigada Chico, seu lindo)

Eis que um belo dia você acorda num mundo estranho. Vulcões nascem na sua cara e uma bigorna é afundada na sua barriga. Como se não bastasse, os seus sentimentos (TODOS ELES) resolvem dar uma festa. Ficam todos bêbados e descontrolados.. e ainda convidam as borboletas pra fazerem um bate cabeça no seu estômago!! URRRRGGGG!!!! E aí, nesse dia — que às vezes acontece de ser mais de um — todo o universo conspira contra você! TODO O UNIVERSO. Entende a gravidade da situação?

Podem reparar. Alguma coisa sempre dá errada no trabalho, mesmo quando vc mentaliza, respira e expira. Aí, o que acontece? Bronca da chefe. E o gatinho? É o primeiro a apontar: “vc tá de TPM”. Tipo… OI??? Por algum acaso vc tem isso pra saber o que está falando?! Não, não tem. Logo, só fala bobagem! Por fim, vc pensa que tem uma amiga nessa hora, que vai te entender. Aí, o que ela diz? EH COM VC!

Eu andei pesquisando por aí o que tem que se fazer nesses momentos. Uns dizem que é bom comer chocolate (e quando não é?! DÃR!) outros dizem que tem que comer menos sal. E também há quem diga que é bom fazer exercícios… A moça lá da lojinha de produtos naturais do Espaço Zen me disse que óleo de prímola é um arraso!

Então no próximo dia fora de órbita eu já sei qual vai ser minha rotina: 1 cápsula de óleo de prímola logo pela manhã, acompanhada de um chocolate quente. Depois, vou dar uma volta de bike e tentar não atropelar ninguém (e nem ser atropelada). Daí, pra evitar conflitos desnecessários com o resto do mundo, que está doido, fico em casa assistindo a Oi TV o dia todo, comendo chocolate e esperando o mundo voltar ao normal…

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Somos todos viciados?

Outro dia eu vi num programa do Discovery que o ser humano usa menos da metade da capacidade do seu cérebro. Imagina se a gente conseguisse usar tudo! Que máximo que ia ser todo mundo super inteligente. Ou então se a gente pelo menos entendesse melhor como as coisas funcionam, sabe? Tipo, o que faz a gente gostar de algumas coisas e outras não?

E o que faz a gente se viciar em algo, hein? Eu já vi num outro programa também que isso tá no nosso DNA., A pessoa já tem tendência pro vício antes mesmo de tê-lo. Fala sério ! Quando era criança, Lembro dos vizinhos lá de casa que passavam dias na frente do video-game. Não conseguiam fazer mais nada sem pensar naquele joguinho viciante. E eles não gostavam nem um pouco quando a gente chamava eles de viciados. Era sempre motivo de confusão. hehehehe

Pois é! Interessante essa coisa do vício. Tem gente que é viciada em drogas, tem gente que é viciada café, tem gente que é viciada em corrida, viciada em chocolate, viciada em compras… Eu tenho a impressão que todo mundo é viciado em alguma coisa… mas o que é que diz quando um vicio é ruim ou bom pra você? Ou será que todo vicio é ruim e o certo é a gente fazer tudo com moderação e equilíbrio. (certeza que essa seria a resposta da Ké!!. hahahha)

Mas eu não acredito em fadas, lembra? Pra mim todo mundo pode ter um ou mais vícios. É o que marca parte da nossa personalidade. Mas também temos que ficar atentos para que esses vícios não nos tragam problemas, seja com a lei, com a saúde, com o bolso e com a família e amigos. Acho que essa é a medida certa. Como deveria ser em qualquer questão da vida: enquanto faz bem para nós, está bom. Mas temos que saber reconhecer quando faz mal…

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No espaço nada sideral

Nada como ter o nosso espaço, não é mesmo?! Bendita foi a hora que eu decidi sair da casa do meu pai pra viver sozinha. Está certo que às vezes — bem de vez em quando meeeesmo — a gente pisa na bola, gasta um pouquinho mais no cartão de crédito, no telefone e tal… e aí, diante da mesada que não vem, tem q ir atrás do ganha-pão. Mas faz parte! Não há nada como ter o nosso canto. O nosso espaço. Um lugar onde, aqui dentro, o mundo todo, o universo todo, gira em torno do meu umbigo.

Mas e se toda essa paz cósmica é abalada? Como agir quando algum outro corpo nada celeste invade o meu espaço, seja ele um gato que, de uma hora para outra, começa a querer dividir a escova de dente, seja a sua melhor amiga que, num momento de dificuldade, te pede abrigo e compreensão?

Bom, nesse momento os conselhos da Ké aparecem na telinha do meu pensamento… e eles vêm em 3 palavrinhas quase mágicas: PACIÊNCIA, RESPEITO E CONVERSA. Paciência é a chave para uma convivência harmoniosa. Respeito é o responsável por manter a distância de segurança entre cada um. E conversa o caminho para dissolver qualquer divergência que vai, inevitavelmente, acontecer.

Ou seja, nos momentos de tensão (que não serão poucos, acreditem!), as indiretas são inimigos número 1 do equilíbrio universal. Então, nada como uma boa conversa e jogar todas as cartas na mesa (e não são as de poker) pra superar as diferenças. Assim, evitamos atritos e desastres naturais nas relações que já foram de pura convergência astronômica.

E assim vamos guiando a nossa nave no espaço sideral!

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Desabafo.

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E o universo conspira…

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Eu acredito em fadas.

“Nunca se pode saber o que se deve querer, pois só se tem uma vida e não se pode nem compará-la com as vidas anteriores nem corrigi-la nas vidas posteriores”, Milan Kundera.

Quem eh que sabe o que quer dessa vida, minha gente? Como eh que a gente vai saber se acertou ou errou se não temos com o que comparar?! Eh uma maluquice, eu sei, mas vira e mexe me pego com esse pensamento (entre tantos outros). E daí se eu vivo na dúvida? Quem foi que inventou que a gente precisa saber o que quer e tomar decisões “corretas”?

Eu acabei de optar pelo meu sonho, porque eu realmente acredito que ele valha à pena. E, bom, se vc já teve um sonho, vai entender o que eu to falando. Tem sonhos que não dá pra desistir tão fácil porque você sabe que ele representa muito na sua vida, é muito mais que só um blog…

E pra falar a verdade, eu acho que a escolha certa ou errada eh a gente que faz, não adianta tentar esperar uma resposta dos astros, só a gente tem o poder de fazê-la ser efetivamente a escolha certa.

Vamos lá, Paulinha, confia em você e na sua escolha! É como a história do Peter Pan, temos que acreditar nas fadas para elas existirem. Temos que acreditar nos sonhos para eles se tornarem realidade.

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Eis a questão…

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Pão pão, queijo queijo mas… e a carne, onde entra?

“Onde se ganha o pão, não se come a carne”, diria minha avó. Ai, ditadinho ultrapassado esse, não?

Ok, a última coisa que eu quero ser é hipócrita, então não dá pra dizer que eu não me sinto atraída pelo meu chefe… Gente! Cada vez que eu olho aquele sorrisinho lindo, aquele cabelo cacheado… ai… nem sei!. Mas, ALOU PAULINHA, ele é seu chefeeeee!! Mas virar casinho típico desses aí que pegam a secretária, pra cima de “moi”? NÃO!

A não ser que… seja segredo absoluto! É, aí acho que rolaria legal porque pensa comigo: se ninguém no escritório souber, não vai criar climão, logo, interferência zero no ambiente de trabalho. Taí, pode ser uma boa solução! CURTI!

É, mas mesmo assim é arriscado, vai que depois dá errado e a gente fica tipo o Dr. House e a chefa dele? Um alfinetando o outro o tempo todo? TÔ FORA!

Ai, sabe o que eu acho? Que vou começar um movimento para a modernização dos ditados populares, assim eu não ficaria aqui quebrando a cabeça com uma coisa dessas. Precisamos de ditados novos! De onde as pessoas tiraram coisas do tipo “Deus ajuda quem cedo madruga”, “diga-me com quem andas e eu lhe direi quem és” ou ainda “os últimos serão os primeiros”? Em época de internet e TV a cabo, meu bem, quem cedo madruga não vê os melhores filmes e perde os melhores posts do Facebook!!!

Foco, Paulinha, foco! Aqui até caberia um “errar é humano”, mas colocar o meu emprego em risco poderia ser um erro irremediável. E, bom.. nesse momento digamos, que hj minha conta do cartão de crédito não está dando muita margem para erros, né?! Por mais humanos que eles sejam.

Bom, enquanto a reforma dos ditos não vem, encerro com um belo “em boca fechada não entra mosca” e vou ver Castle que já começou.

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Alguns sonhos custam caro

Gente, como eh difícil crescer!! Vcs já pararam pra pensar nisso? Ta, eu confesso que tem uma parte bem legal nisso tudo . Mas, po, porque junto tem que vir um mundo de coisa chata? E aí, quando a gente tenta facilitar a vida (comprando uma panela de arroz, por exemplo) vem o meu pai me obrigar a pagar a conta do cartão de crédito. Ai, detesto esse mundo capitalista!!!!!!!

O pior é que bem agora o meu blog (este aqui mesmo, que você está lendo e adorando, que eu seeei) vai bombar no portal Trol! (ah, pra quem não sabe, o Trol é um portal MUITO LEGAL e o amigo da Ké – bff – trabalha lá e me fez a proposta!) Enfim… acho que não vai ter jeito. Vou ter que ouvir e ENFIM fazer o que meu pai me enche tanto: correr atrás de alguma atividade que me pague (vulgo emprego), enquanto o blog e o jornalismo não me rendem os louros que mereço.

Mas a questão é: pra onde ir?!? Será que faço um bico como garçonete e espero ganhar mais com as gorjetas? Será que viro vendedora de loja de shopping e confio nas comissões? Ou vou acabar escolhendo a estabilidade de ser uma secretária bilingue? Bom, escrevendo assim parece até que estou contratada em todos esses lugares e só depende da minha beleza ir para um ou para outro. Ò vida!!! Ainda tenho que fazer entrevistas e mostrar que sim, eu sou boa pra essas vagas todas aí ( sempre muito modesta, claro)

Mas o bem da verdade é que eu não tenho NADA! Zero! Nadica! Só o nome bem sujinho no tal do Serasa. Que fase, Paulinha! Que fase!!

Bom, enquanto o lobo não vem e eu não decido com qual dos três porquinhos morar, vou bem assistir a minha televisãozinha na esperança de uma luz!

Opa, tá começando Mamma Mia na TNT. Bjonãomeliga!

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E mais uma vez, o principe vira sapo.

“A gente vive buscando o cara certo. Aquele por quem vamos nos apaixonar, namorar, casar e viver felizes para sempre… Pode até vir de cavalo branco. Não tem problema não. hehe.

Mas enquanto o meu não aparece, eu sigo conhecendo os caras errados. E tem uns bem errados por aí, diga-se de passagem.

Muitas espécies masculinas já cruzaram o meu caminho. Teve o tipo folgado, que só queria mesmo era dormir na minha casa porque foi despejado do apê. O da raça babaca, que tem sempre um bando de amigos ainda mais babacas que ele e que me fizeram entender que nós viemos mesmo dos macacos – sabe, é porque eu tinha assistido um programa no History Channel que falava sobre isso, mas eu ainda tinha lá minhas dúvidas se era mesmo verdade… Tinha! E a mais nova experiência do álbum foi com o exemplar masculino mais comum e onipresente de todos: o cafajeste. Aquele canalha mesmo, que é casado mas não pode ver um rabo de saia que já vai logo assobiando atrás! Argh!!! Ai ai, o pior é que os homens não entendem que a gente saca esses tipinhos de longe. Tá, tudo bem vai… às vezes precisa chegar um pouquinho mais perto. Mas que mais cedo ou mais tarde a gente saca, ah, a gente saca! E aí eles ficam lá, como se nada fosse, interpretando perfeitamente os seus papéis.

E quer saber?? AZAR! Eu sei que eu, euzinha aqui, estou decidida a não cair mais nessa! Poxa, eu sou livre e independente, igual a Cristina – do Vicky, Cristina, Barcelona, sabe né? Ou seria a Barcelona? hahahahaha -, e vou atrás dos meus sonhos! E esses caras errados aí, definitivamente, não fazem parte deles!”

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